sábado, 13 de dezembro de 2014

Fisioterapia domiciliar amplia possibilidades de recuperação de pacientes

fisioterapia domiciliar

Imagem: divulgação

A SP Home Care promove o bem-estar de pacientes que precisam de fisioterapia e tem dificuldades de locomoção ou prefiram a fisioterapia domiciliar por diversos outros motivos. Após traumas é comum a necessidade da fisioterapia, assim como antes de cirurgias ou como forma de prevenção em algumas situações.

A fisioterapia home care possui inúmeros benefícios e traz maior conforto ao paciente, que não precisa se deslocar até uma clínica. Isso evita esforço desnecessário por parte do paciente e também o contato com outros enfermos. Diversos pacientes podem se beneficiar do tratamento home care, especialmente gestantes e idosos.

Fisioterapia para gestantes

Durante a gestação o corpo da mulher passa por intensas transformações visando acomodar o bebê e proporcionar um bom desenvolvimento para o feto. As gestantes possuem inúmeros motivos para fazer fisioterapia, desde melhorar a retenção de líquidos e inchaço decorrente do aumento de peso até ter melhor circulação e calma no momento do parto.

A fisioterapia para gestantes também ajuda a aliviar outros desconfortos durante a gestação como cãibras e falta de ar. O tratamento analisa cada gestante e o trimestre de gravidez em que se encontra, focando em exercícios específicos para cada momento. Os principais benefícios da home care fisioterapia durante a gravidez são:

  • Melhor conscientização corporal e respiratória;
  • Aprimorar o condicionamento físico;
  • Orientação postural;
  • Exercícios aeróbicos;
  • Exercícios de relaxamento.

A fisioterapia pode ser feita durante e após a gravidez, trazendo equilíbrio físico e emocional para a mulher.

Porque fazer a fisioterapia domiciliar

A gestante pode se beneficiar do tratamento home care, uma vez que assim ela pode realizar o tratamento em casa, com conforto e praticidade. As empresas de home care trazem equipamentos e exercícios que podem ser feitos fora da clínica, diminuindo a necessidade de locomoção da gestante e apresentando horários flexíveis para a prática.

Com o home care fisioterapia fica mais fácil de ser realizada, além de evitar que a gestante tenha contato direto com outros pacientes e com o ambiente hospitalar. Além de tudo, a mulher se sente mais confortável em casa, especialmente nesse período delicado em que as alterações de humor e hormonais são frequentes.

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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Video: Saiba mais sobre a Fibrose Pulmonar

Fibrose pulmonar é uma doença respiratória crônica e progressiva caracterizada pela formação de excessivo tecido conectivo (fibrose), engrossando as paredes dos tecidos pulmonares. Ocorre quando o tecido pulmonar é danificado e forma cicatrizes, endurecendo e prejudicando a elasticidade e troca gasosa. É mais comum depois dos 55 anos, um pouco mais frequente em homens e frequentemente causado por exposição prolongada a gases tóxicos e poeira inorgânica no ambiente de trabalho.
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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Fisioterapia em casa para fraturas no quadril

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Recuperar-se de uma fratura no quadril é um processo extremamente doloroso e longo, que eventualmente necessitará de fisioterapia em casa. Esses exercícios devem ser executados com a ajuda de um fisioterapeuta licenciado, mas também podem ser feitos por sua conta, sob a supervisão de outra pessoa.

Movendo-se na cama

Mover-se pela cama sem sentir dor é importante ao se recuperar de uma fratura no quadril. Exercícios comuns para isso incluem: rolar pela cama, sentar-se ainda na cama, mover-se de lado a lado e mover suas pernas. Os pacientes devem tentar dez repetições de cada exercício, mas podem começar com menos dependendo do nível de dor envolvido.

Entrando e saindo da cama

Entrar e sair da cama também é vital para poder andar pela casa depois da fratura. Os exercícios incluem levantar o corpo da cama, levantar-se a andar 1,50 m, andar 1,50 m de volta para a cama. Apesar de parecerem perda de tempo, esses movimentos são feitos para regenerar músculos de estabilidade vitais que ajudarão no processo de recuperação.

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Entrando e saindo do chuveiro

Esses exercícios são muito parecidos com entrar e sair da cama, mas requerem mais movimentos pois você é forçado a levantar a perna e flexionar o quadril. Esse exercício não deve ser feito até você poder andar relativamente bem sem ajuda de andador. O equilíbrio também é essencial, já que invariavelmente as superfícies ficarão molhadas quando você estiver fazendo essa tarefa diariamente.

Alongando/respirando

Alguns fisioterapeutas incluem uma série de treinos de resistência e alongamento para desenvolver melhor os músculos de estabilidade no quadril. Eles podem incluir movimentos de flexão do quadril, exercícios com elásticos e subir degraus em escadas. Seu progresso no ciclo de recuperação determinará a dificuldade desses exercícios.

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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Tratamento domiciliar é garantido por lei


O atendimento domiciliar é um serviço prestado a pessoas que apresentam dificuldades de transporte, tempo, distância ou condições físicas (locomoção) para realizar tratamentos de fisioterapia em clínicas, hospitais, ambulatórios e Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Este tipo de tratamento é assegurado pela Lei n.º 8.8080, e deve ser oferecido a qualquer pessoa que tenha histórico de distúrbios neurológicos como: Paralisia Infantil, Parkinson, Acidente Vascular Encefálico (AVE) e Traumatismo Crânio Encefálico (TCE) e outros.

O Sistema Único de Saúde (SUS) é o órgão responsável pela inclusão de fisioterapeutas no atendimento desses pacientes em sua própria residência.

A dificuldade em conseguir atendimento e a falta de condições financeiras para ir até uma unidade de saúde são fatores que impedem a maioria das pessoas com sequelas de Acidente Vascular Cerebral (AVC) de realizarem tratamento fisioterapêutico para recuperar os movimentos perdidos e melhorias na qualidade de vida.

As sessões de fisioterapias são muito importantes para pessoas que por algum motivo perderam seus movimentos ou parte deles, principalmente as que sofreram um Acidente Cardiovascular (AVC), mais conhecido como derrame.

Atualmente, em parceria com instituições de ensino, algumas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Manaus, prestam atendimento na residência de pacientes com sequelas de AVS, por meio de acadêmicos de Fisioterapia, acompanhados de um fisioterapeuta preceptor. O problema é que quando o período do estágio acaba, esse paciente na maioria das vezes fica sem atendimento. De forma geral, quem precisa desse tipo de atendimento encontra muitas dificuldades em toda rede municipal.

Em eventos realizados para discutir o assunto, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) informou que o serviço de fisioterapia será contemplado nos Núcleos de Apoio à Saúde da Família – NASFs, que estão sendo planejados pelo município.

Tratamento

Se a pessoa que sofreu o AVC tem dificuldades de movimento e equilíbrio, o fisioterapeuta irá trabalhar a pessoa de forma a que recupere o maior equilíbrio e movimentos possíveis. O tratamento para membros fracos ou paralisados começa com pequenos movimentos guiados e praticando tarefas simples.

À medida que a pessoa começa a melhorar e a ter mais força, serão realizados movimentos mais largos e exercícios mais complicados que irão encorajar ambos os lados do corpo a trabalhar em conjunto.

Quando o paciente recebe o diagnóstico de AVC é preciso apoio de toda a família, já que o processo de recuperação pode ser demorado. A fisioterapia pós-AVC é uma das formas de tratamento que consegue melhorar a qualidade de vida do paciente e ajuda na recuperação de parte dos movimentos perdidos
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Maioria das fraturas acontece dentro da própria casa


A expectativa de vida no Brasil subiu nos últimos anos e com uma população que vive mais, é necessário tomar alguns cuidados para evitar acidentes. O esqueleto do idoso, mulher e homem, é vulnerável à osteoporose, uma doença silenciosa e que causa muito sofrimento, pois geralmente é descoberta somente após uma fratura provocada por queda e até escorregão. Algumas fraturas podem acontecer até sem trauma, que é o impacto direto sobre a área afetada, porém a maioria das lesões em idosos ocorre em consequência de quedas da própria altura sofridas no ambiente domiciliar.
Degraus, piso escorregadio e tapetes são os principais "vilões" que devem ser eliminados da casa do vovô e da vovó. Recomenda-se também a utilização de bengalas e a instalação de barras de apoio nos banheiros e corredores para facilitar a locomoção.




(Corrimões proporcionam mais segurança / FOTO: REPRODUÇÃO )

As atividades físicas continuam sendo importantes para quem já tem a idade avançada, pois fortalecem músculos e ossos, aumentando o equilíbrio e diminuindo o risco de queda e, consequentemente, de fraturas.

Prevenção é importante
É importante a prevenção tendo em vista a osteoporose. Um diagnóstico precoce é fundamental para as mulheres no período de pós-menopausa e nos homens a partir dos 70 anos. Por causa da osteoporose, em alguns casos, o osso da pessoa quebra e depois ela sofre a queda. Além disso, com a diminuição da massa óssea, com a queda a fratura pode ser ainda mais grave.

O alerta também é para o idoso que sofre duas quedas no ano precisa ficar atento e procurar um geriatra para investigar os motivos do desequilíbrio. Uma dificuldade de visão também pode aumentar a propensão a acidentes. A iluminação da casa também precisa ser checada e deve favorecer a boa visualização. Ainda é necessário investigar se os medicamentos utilizados por ele não produzem efeitos colaterais, como a tontura, que coloca a pessoa em risco.

Cuidados em casa
No banheiro instale barras de segurança no box e em volta do vaso sanitário para que o idoso se apoio. Quanto aos móveis, é importante que se escolha camas na altura correta, pois altas ou baixas demais são perigosas. As cadeiras devem ser altas e com apoios para os braços.

As escadas devem ter corrimão e os degraus igualados e baixos. O piso deve ser antiderrapante. Na iluminação a dica é trocar abajures por luminárias e a luz deve ser forte e alcançar todo o ambiente.

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Conjunto de talheres adaptado facilita manuseio por idosos


A designer, Raquel Beatriz Nienow, desenvolveu um conjunto de talheres especialmente adaptado para facilitar o manuseio por idosos. O trabalho de conclusão do curso de Design, da Ulbra Carazinho, teve a orientação da professora Ana Cláudia Gaicoski Pinto. Raquel queria apresentar algo relacionado à qualidade de vida das pessoas, fazer a essência do design virar realidade para auxiliar no cotidiano. "Na época do trabalho, eu percebi a dificuldade de se alimentar de uma pessoa próxima a mim e decidi que traria aquele problema para o meu trabalho e o solucionaria", comenta.


Raquel conta que o projeto começou com uma análise ergonômica dos manejos e pegas, principalmente de pessoas idosas. "Verifiquei como ocorre o processo de envelhecimento e quais as principais doenças desta faixa etária. Descobri que com o avanço da idade, a pessoa perde a sensibilidade, mobilidade e a precisão dos movimentos, fazendo com que a alimentação vire um momento frustrante", pondera, acrescentando que isso diminui a qualidade de vida. "Imagine agora: as pessoas comem pelo menos três vezes ao dia utilizando talheres; uma atividade antes prazerosa de fazer ao se sentar à mesa acaba ficando monótona se não se consegue realizar as ações necessárias sozinho. A autonomia de realizar os atos faz um dia ser mais interessante", completa.

Pesquisa de campo
Segundo a design, além de embasamento científico foi necessário ir a campo e verificar a veridicidade dos fatos. "Por isso, fui passar uma manhã no Recanto São Vicente de Paulo para ver como as senhoras se comportavam, como se movimentavam e o mais importante, como se alimentavam na hora do almoço. Percebi que boa parte delas tinha dificuldades no manejo dos talheres, porque tremiam ou o alimento caia da colher", revela.



(Talheres tem por objetivo facilitar alimentação de pessoas que tem dificuldades motoras / FOTOS: DIVULGAÇÃO)

Ao observar o almoço, Raquel percebeu que uma colher foi feita especialmente para uma senhora que não tinha muita força nas mãos e dificuldade de movimentos. "Colaboradoras do Recanto adaptaram um cabo de madeira a uma colher torcida em ângulo de 90°, fazendo com que a idosa não precisasse torcer o punho na hora de comer. Porém, neste caso, além de observar os aspectos físicos e funcionais, me deparei com um aspecto psicológico que antes não havia percebido: a senhora não queria utilizar a colher por esta ser diferente da colher das colegas; ou seja, de certo modo aquilo fazia com que ela se sentisse diferente do grupo, deixando-a desconfortável", explica.

Na prática
Depois disso, Raquel partiu para o design universal, para fazer com que o talher fosse usado não somente por idosos, mas por pessoas de todas as idades. "O processo criativo do projeto deu-se somente após a conclusão da revisão bibliográfica e das análises de produto e manejos. Decidi como requisitos obrigatórios, o uso da Ergonomia, materiais aderentes, segurança, conforto e facilidade de uso. Após utilizar várias técnicas de criação, o projeto ganhou formas, porém, ainda não estava pronto. Era preciso fazer um modelo em tamanho real para verificar se o mesmo atendia aos requisitos e solucionava o problema. Depois de alguns testes, verificou-se que o problema inicial havia sido solucionado". pondera.

Raquel conta que na renderização feita dos talheres, podem-se ver as curvas dos cabos que se aderem à mão em todas as situações cotidianas. "A faca foi criada de forma curva para amenizar o uso da força e torção do punho. A cor escolhida (cor de laranja) é utilizada como forma de inclusão da pessoa na alimentação, trazendo mais apetite". comemora.

Ao analisar os benefícios de sua criação, Raquel diz que percebe grande importância, pois ele pode trazer um convívio melhor para as pessoas, de modo em geral. "Vejamos um exemplo de almoço em família: netos e avós utilizando o mesmo modelo de talher sem ter frustrações. A alimentação em grupo é algo inevitável e muito comum de nossa cultura, churrascos em finais de semana, feijoadas, entre outras atividades, podem ser muito melhores se alguém planeja a ferramenta certa para se utilizar nessas ocasiões", exemplifica.

Ela também destaca que a autonomia para o idoso é essencial, pois muitas vezes ele pode deixar de fazer algo por simplesmente não querer incomodar o outro ou por orgulho próprio. "Algumas pessoas perdem peso por não se alimentarem corretamente, mas não é por que elas querem, é porque algo as impede de ter aquele momento que antes era fácil de efetuar. Existem vários trabalhos visando a qualidade de vida para os idosos, e acredito que isso esteja aumentando a estima desta população. Devemos projetar para todas as faixas etárias, pois também seremos parte dela um dia. Após este projeto, posso garantir a todos que trabalhar (diretamente ou indiretamente) com o bem-estar dos outros é fundamental para nosso próprio bem-estar", finaliza.

O projeto teve um bom resultado e inclusive, foi apresentado no Ergodesign 2012, realizada em Natal (RN), reunindo profissionais de diversas áreas tecnológicas que envolvam a atividade projetual, para refletir e propor melhorias das condições de trabalho e da qualidade de vida do ser humano no trabalho, em casa e no lazer.

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