Sua proposta é quebrar o conceito de hospital como único espaço de cuidado, ampliando o atendimento para o domicílio do paciente. Para q...

Assistência Domiciliar: Uma Proposta Interdisciplinar

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  • Sua proposta é quebrar o conceito de hospital como único espaço de cuidado, ampliando o atendimento para o domicílio do paciente.
    Para que a atenção seja integral e efetiva, é necessária a participação de profissionais de diversas áreas, trabalhando em conjunto, a fim de atender da melhor forma possível pacientes sem condições de ir até o hospital.
    Esse modelo não é centrado apenas na cura, mas no cuidado e no binômio paciente/família, em que a qualidade de vida de todos os envolvidos é levada em consideração.
    Por seu caráter interdisciplinar, esta obra é útil para profissionais das mais variadas àreas de saúde que pretendem orientar familiares e cuidadores.

  • Editora: Manole
  • Autor: AUTORES DIVERSOS
  • ISBN: 9788520430538
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2009
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 588
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Médio
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* Enquanto em regime de internamento hospitalar o paciente tem acesso imediato à todos os serviços e recursos que podem ser prescrito...

Desvantagens do Home Care para o paciente

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* Enquanto em regime de internamento hospitalar o paciente tem acesso imediato à todos os serviços e recursos que podem ser prescritos pelo seu médico responsável, em regime de home care, todos os recursos que forem necessários e que não tiverem sido autorizados previamente pelo plano de saúde, não serão liberados de imediato, necessitando assim de um processo burocrático que pode ou não culminar com a liberação do recurso.

* O tratamento de home care, embora previsto no rol de procedimentos obrigatórios pelos planos de saúde, a resolução 211 da ANS tem linguagem dúbia, e deixa muita brecha para que a fonte pagadora não autorize os mesmos recursos que teria que autorizar em regime de internamento hospitalar.

* Não há regulamentação específica que obrigue o plano de saúde a prover cobertura aos serviços de home care, assim, fica a encargo dos auditores médicos e enfermeiros dos planos de saúde, autorizar ou não os serviços.

* Para a fonte pagadora, a decisão de autorizar ou não é, muitas vezes, uma decisão financeira, onde somente a vantagem baseada no menor custo é considerada.

* Muitos planos de saúde utilizam as empresas de home care como um degrau para a deshospitalização e alta do paciente. Pois, em regime de internamento domiciliar à saúde, por não existir regulamentação específica, o “desmame” do paciente é bem mais fácil.

* Em regime de home care, o paciente pode não ter direito à muitos dos recursos que teria se estivesse em regime de internamento hospitalar.

* Enquanto no hospital, o paciente conta com um a equipe multidisciplinar sempre presente, em home care, se houver a necessidade de um profissional de saúde que não faça parte de sua equipe permanente, o paciente terá que esperar até que este profissional se desloque até ele.

* O auxiliar de enfermagem encarregado do paciente não tem como ausentar-se do paciente, portanto, este não desfruta de um período para almoçar ou períodos de descanso durante seu turno, isso faz com que, na maioria dos casos, o profissional se torne dependente da família para sua alimentação. Na maioria dos casos, o auxiliar almoça na resid6encia do paciente para manter vigilância do paciente, esta alimentação aumenta a despesa mensal do paciente.

* Os equipamentos médicos elétricos e eletrônicos consumem eletricidade adicional, aumentando as despesas relacionadas com a eletricidade.

* A equipe de cuidadores formais ( auxiliares de enfermagem, enfermeiros, fisioterapeutas) utilizam-se da água e do esgoto e outros suprimentos, aumentando as despesas relacionadas com estes recursos.